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Validador e gerador de EAN
Descubra por que o marketplace recusou seu código — e numere seus produtos dentro do prefixo da sua empresa, com o dígito verificador já fechado.
Confira um código ou numere os seus produtos
Valida EAN-13, EAN-8, UPC-A e GTIN-14 — e cria a numeração em sequência dentro do seu prefixo GS1. Nada sai do seu navegador.
Todo EAN válido pertence a um prefixo contratado da GS1 e vinculado a um CNPJ. Dentro do seu prefixo, numerar produto é com você — e é isso que a aba “Criar” faz, em sequência e já com o dígito verificador fechado. O que não existe é código livre: número inventado cai no produto de outra empresa, e aí o anúncio some junto com a reputação da conta.
Não tem prefixo ainda? Use a opção de uso interno para etiquetar seu estoque hoje, e contrate o prefixo na GS1 Brasil antes de anunciar.
O que você precisa saber sobre o código
O que é o dígito verificador
É o último número do código. Ele não é escolhido: sai de uma conta feita com todos os anteriores. Serve para o leitor de código de barras perceber na hora se leu errado — e é por isso que o marketplace consegue recusar um código inválido antes mesmo de consultar qualquer base.
Como a conta funciona
Da direita para a esquerda, sem contar o dígito verificador, cada número é multiplicado alternadamente por 3 e por 1. Soma-se tudo. O dígito verificador é quanto falta para chegar na próxima dezena — se a soma dá 57, o dígito é 3.
EAN-13, EAN-8, UPC-A e GTIN-14
São o mesmo sistema com tamanhos diferentes. EAN-13 é o padrão no Brasil, EAN-8 é para embalagem pequena, UPC-A com 12 dígitos vem dos Estados Unidos e GTIN-14 identifica caixa fechada. A conta do dígito verificador é a mesma para todos.
Por que o marketplace recusou o seu código
Na maioria das vezes é uma destas quatro: dígito verificador errado (número digitado a mais ou trocado de lugar), quantidade de dígitos incorreta, código de outro produto já cadastrado, ou código que não pertence ao seu prefixo GS1.
De onde vem um EAN de verdade
Da GS1 Brasil. A empresa contrata um prefixo, que fica vinculado ao CNPJ dela, e numera os próprios produtos dentro dele. Não existe código "livre" para usar: todo EAN válido pertence a alguém, e usar o de outro derruba o anúncio.
Produto sem EAN pode ser vendido?
Em algumas categorias o marketplace aceita marcar o item como sem código, mas isso costuma limitar a exposição do anúncio e o uso da logística própria da plataforma. Inventar um número para preencher o campo é o pior dos caminhos: funciona por alguns dias e depois derruba o anúncio.
Perguntas que a gente mais ouve
Posso inventar um EAN para cadastrar meu produto?
Não. Todo código válido pertence a um prefixo comprado da GS1 e vinculado a um CNPJ. Um número inventado ou vai ser recusado, ou vai colidir com o produto de outra empresa — e aí o anúncio cai, às vezes junto com a reputação da conta.
Esta ferramenta cria códigos para eu usar?
Cria, dentro do seu prefixo GS1: você informa o prefixo da sua empresa e ela numera os produtos em sequência, já fechando o dígito verificador de cada um. É exatamente o que uma empresa faz ao cadastrar produto novo. O que ela não faz é inventar prefixo — esse número tem dono, e usar o de outro derruba o anúncio.
Meu código tem 13 dígitos e mesmo assim deu inválido. Por quê?
Ter 13 dígitos não basta: o último precisa fechar a conta com os outros doze. Trocar dois números de lugar é o erro mais comum, e ele passa despercebido porque a quantidade de dígitos continua certa.
Qual a diferença entre EAN e GTIN?
GTIN é o nome técnico da família inteira; EAN é como se chama a versão de 13 e de 8 dígitos, mais usada no Brasil. Na prática, quando o marketplace pede GTIN, ele aceita o seu EAN-13.
O código de barras impresso é o mesmo número?
Sim. As barras são a representação visual exatamente desses dígitos. Se o número estiver errado, a barra impressa também estará.