CNPJ inapto: o que é e como regularizar
CNPJ inapto trava emissão de nota fiscal e movimentação da empresa — entenda por que isso acontece e o caminho geral pra regularizar.
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MEI, Simples Nacional, Lucro Real e Presumido — e, com frentes de especialidade, como isso tudo se aplica ao e-commerce. Conteúdo prático para qualquer empresa.
CNPJ inapto trava emissão de nota fiscal e movimentação da empresa — entenda por que isso acontece e o caminho geral pra regularizar.
CONTINUAR LENDO →CNPJ inapto, certificado vencido, inscrição bloqueada ou CNAE errado — veja os motivos mais comuns pra emissão de nota travar.
CONTINUAR LENDO →Depois de confirmar que o CNPJ está inapto, o caminho de reativação segue uma ordem — identificar a causa, regularizar e só então protocolar.
CONTINUAR LENDO →A CND comprova que a empresa não tem débito — ou que o débito existente está com exigibilidade suspensa. Veja como emitir.
CONTINUAR LENDO →Multa, juro e risco de exclusão do Simples Nacional — veja o que acontece quando o DAS não é pago no vencimento.
CONTINUAR LENDO →Faturamento não é o único motivo de exclusão do Simples — débito não regularizado e declaração não entregue também tiram a empresa do regime.
CONTINUAR LENDO →MEI é para quem fatura até R$ 81 mil por ano, não é sócio de outra empresa e exerce uma das atividades permitidas — veja os requisitos reais.
CONTINUAR LENDO →MEI emite nota fiscal normalmente, com regras diferentes para venda a pessoa física e a pessoa jurídica — veja quando é obrigatório.
CONTINUAR LENDO →Construção civil, limpeza, vigilância e advocacia têm regras próprias no Simples Nacional — veja o que muda no Anexo IV.
CONTINUAR LENDO →Do RBT12 até o valor final da guia — o passo a passo completo do cálculo do DAS do Simples Nacional, com um exemplo numérico.
CONTINUAR LENDO →Do nome empresarial ao alvará de funcionamento — as etapas reais para abrir uma empresa, na ordem que evita retrabalho.
CONTINUAR LENDO →A diferença entre os três enquadramentos não é só o nome — envolve teto de faturamento, obrigações e o regime tributário disponível.
CONTINUAR LENDO →O CNAE declarado no CNPJ não é só burocracia — define o anexo do Simples, o Fator R e até se a atividade é permitida como MEI.
CONTINUAR LENDO →Sócio recebe pró-labore, empregado recebe salário — a diferença não é só de nome, muda encargos, FGTS e a forma de tributar.
CONTINUAR LENDO →O cálculo do 13º é proporcional ao tempo trabalhado no ano, pago em duas parcelas — veja as datas e como funciona o desconto de INSS e IRRF.
CONTINUAR LENDO →Saldo de salário, aviso prévio, 13º e férias proporcionais, multa do FGTS — veja o que compõe a rescisão e o que muda em cada tipo.
CONTINUAR LENDO →O Livro de Apuração do Lucro Real é onde o lucro contábil vira base tributável — entenda o que são adições, exclusões e compensações.
CONTINUAR LENDO →Prejuízo de um ano pode reduzir o imposto de anos seguintes no Lucro Real — mas existe um limite legal de 30% que trava a compensação.
CONTINUAR LENDO →Ultrapassar o teto de R$ 4,8 milhões não é o único motivo — folha alta, margem baixa ou crédito também podem justificar a migração.
CONTINUAR LENDO →Planejamento tributário não é sobre pagar menos imposto a qualquer custo — é escolher, dentro da lei, a estrutura que menos pesa no resultado.
CONTINUAR LENDO →Prestar serviço como pessoa física (com recibo, RPA) ou abrir CNPJ muda a carga tributária, os direitos e a forma de emitir nota.
CONTINUAR LENDO →Produto usa nota fiscal eletrônica estadual, serviço usa nota fiscal de serviço municipal — veja qual se aplica à sua atividade.
CONTINUAR LENDO →Escrituração Contábil Fiscal e Escrituração Contábil Digital são obrigações anuais de quem está fora do Simples — veja o que cada uma cobre.
CONTINUAR LENDO →O contrato social é o documento que dá origem jurídica à empresa — define sócios, capital, atividade e as regras internas de funcionamento.
CONTINUAR LENDO →Registrar quando o dinheiro entra ou quando a venda acontece — a escolha entre os dois regimes muda o resultado que a empresa enxerga.
CONTINUAR LENDO →Desde 2021, não é mais possível abrir EIRELI — as empresas existentes viraram automaticamente Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).
CONTINUAR LENDO →Anexos I, II, III e V com faixas, alíquotas nominais e parcela a deduzir — e como chegar na alíquota efetiva que a empresa paga de verdade.
CONTINUAR LENDO →Uma conta simples decide entre o Anexo III e o Anexo V — a diferença de alíquota entre os dois pode passar de 10 pontos percentuais.
CONTINUAR LENDO →Ultrapassar R$ 4,8 milhões não é o único motivo — participação societária, débito não regularizado e atividade vedada também tiram a empresa do regime.
CONTINUAR LENDO →Virar ME não é fechar e abrir empresa de novo — é uma transição dentro do mesmo CNPJ. Veja o que muda de verdade.
CONTINUAR LENDO →O valor é fixo todo mês, mas muda uma vez por ano — e o custo real de atrasar vai além do juro: envolve aposentadoria.
CONTINUAR LENDO →Os dois calculam IRPJ e CSLL de jeitos opostos. Qual sai mais barato depende da margem de lucro real da empresa.
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SIMPLES NACIONALO valor depositado já chega descontado de comissão, frete, publicidade e outras tarifas. Entenda como conferir o valor bruto, cancelamentos e notas antes de apurar o DAS.
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FISCALOrigem, destino, cliente e produto alteram o tratamento fiscal. Revisar NCM, CFOP, CST e CSOSN reduz erros de emissão e recolhimento.
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DEVOLUÇÕESUma devolução afeta caixa, estoque, nota fiscal, tributos e comissão. Todos os registros precisam ser conferidos no fechamento.
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PRECIFICAÇÃOComissão, tarifa fixa, subsídio de frete, publicidade, imposto e custo do produto devem entrar na conta antes de definir a margem.
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FULFILLMENTEntradas, saídas, avarias, extravios e devoluções do fulfillment precisam conversar com as notas fiscais e o estoque contábil.
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CONCILIAÇÃOPedidos, reservas, antecipações, estornos e tarifas são registrados em datas diferentes. A conciliação correta liga cada evento ao pedido original e explica o dinheiro recebido.
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RENTABILIDADEUma DRE por marketplace separa receita, comissão, tarifa fixa, logística, publicidade, tributos e devoluções para revelar a margem real de cada canal.
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BAIXO FATURAMENTOO pequeno seller precisa separar contas, emitir notas, controlar compras e acompanhar o limite do Simples Nacional desde o início.
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PEDIDOS E FATURAMENTOOrganizar as datas de aprovação, emissão, entrega e liberação do saldo evita duplicidades e melhora a conferência mensal.
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LOGÍSTICASeparar frete do comprador, contribuição do seller e ajustes da plataforma mostra o custo real de entrega de cada canal.
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ESTOQUE E CMVSem estoque contábil confiável, o resultado fica distorcido. Notas de entrada, devoluções, kits, perdas e custo médio interferem diretamente no CMV e na margem.
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RETENÇÕESRelatórios de pedidos, reservas, repasses, tarifas e estornos permitem reconstruir o fluxo financeiro, localizar divergências e produzir memória de cálculo rastreável.
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GESTÃO FINANCEIRATicket médio, margem de contribuição, prazo de repasse, custo logístico e ponto de equilíbrio mostram a saúde da operação.
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SIMPLES NACIONALO acompanhamento mensal e acumulado permite projetar imposto, avaliar o regime e evitar surpresas no fechamento do ano.
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ORGANIZAÇÃO CONTÁBILRelatórios de pedidos, notas, extratos, tarifas, compras e estoque formam a base do fechamento e reduzem pendências.
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