O que está incluído
- Enquadramento no Simples
- Verificação de atividade, faturamento e restrições que definem se a empresa pode optar pelo regime.
- Definição de anexo
- Escolha do anexo correto (I a V) conforme a atividade real — comércio, indústria ou serviço, cada um com tabela própria.
- Cálculo do Fator R
- Apuração mensal da proporção folha/receita que pode mudar o anexo de serviços entre III e V.
- Acompanhamento do limite de faturamento
- Monitoramento do sublimite estadual e do teto nacional, com aviso antes de ultrapassar, não depois.
- Apuração mensal do DAS
- Cálculo da guia com a alíquota efetiva certa, considerando a faixa de faturamento acumulado dos últimos 12 meses.
- Migração de regime
- Comparação com Lucro Presumido e Real quando o Simples deixa de ser a opção mais barata.
Como funciona na prática
- Levantamento da atividade, folha de pagamento e faturamento dos últimos 12 meses.
- Definição ou revisão do anexo e cálculo do Fator R, quando aplicável.
- Apuração mensal do DAS com a alíquota efetiva correta.
- Simulação anual comparando o Simples com outros regimes, para saber se ainda é a melhor opção.
O que você recebe
- Enquadramento e anexo corretos para a atividade real da empresa
- DAS calculado com a alíquota efetiva certa todo mês
- Alerta antes de ultrapassar o limite de faturamento, não depois
- Comparação anual entre Simples, Presumido e Real
Quando isso faz diferença
Se algum destes pontos descreve a sua empresa, esta é a frente de trabalho que resolve:
- Presta serviço e nunca calculou o Fator R
- Está perto do limite de faturamento e não sabe o que acontece se passar
- Paga o DAS sem saber se a alíquota está certa
- Nunca comparou o Simples com outro regime tributário
O escopo de cada trabalho é dimensionado conforme a atividade, o porte e a estrutura de custos. Regras variam por atividade, faturamento e composição da folha.